quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Calabouço de Quasimodo [Quasimodo's Dungeon]

O Calabouço de Quasimodo [Quasimodo's Dungeon]
(aos sociopatas - Phil Evans)

Por nove meses só[terrado]
Vivi morto... par[t]ido à força
Renasci - poeta [pre]tenso

F.
BULA:
Dear Phil [and his fellows sociopaths]:

The real monsters are not the Quasimodos that you sociopaths keep as prisoners in your lives, houses, relationships, basements and dungeons. The Quasimodos are the victms of all the bias, hate, lack of empathy and abstraction, narcissism and all the abusive behavior you imprison them. Quasimodos are just a mirror of a growing narcissistic and society - a mirror of society's inner evil. However, even through pain or death, all Quasimodos will reborn - stronger, bigger, more caring and loving than ever, until you - sociopaths - can't stand so much beauty and will be finally vanished from the history of human kind

This day is coming.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Canastra (variação)

Canastra (variação)

Sem coração, a Rainha dos paus
Atroz espadou as copas Del Rei
Em troca d'ouros do valete

F.
BULA:
Variação do original "Canastra"

Preposições:
Preposições essenciais
palavras que atuam exclusivamente como preposições.
ante... perante... após... de... entre... sem... dentro de... para com.

Contração
Quando a preposição sofre alteração.
 Preposição + Artigos
 De + o(s) = do(s)

...Sem coração [agora de paus] X Sem coração, a Rainha dos paus...
...
Que diferença não faz uma preposição hein? Viva a gramática.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Gata Lua

Gata Lua
(à minha felina mãe, G.)

Gata neg[r]a à própria sorte
Lua no[i]va perseguia:
N'alvorada - Lua partia - Gata m[orr]ia...

F.
BULA:

Escrito à partir do "filminho p'ra domingão mais relaxado", maravilhoso, enviado pela minha Leoa:


*no[i]va: "doble entendre" (Lua nova - Lua noiva) que deixa esse poetrix meio ambíguo. Isso porque a intenção era escrever sobre outra cousa. Melhor deixar p'ra lá....

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O Sonho Do Palhaço – Circenses (3)

O Sonho Do Palhaço
(à Samuel Macário)

Todos veem a fria estampa
No rosto palhaço - lágrima!
E sob a maquiagem: quem deveras vê?

F.
BULA:


"I had a friend who was a clown. When he died, all his friends went to the funeral in one car."
Steven Wright



Aqui está, Samuel, promessa é dívida, e promessa escrita é poesia! Um poetrix que acredito ser o que seu palhaço íntimo desejava, alguém que pudesse ver sob sua maquiagem (e quem não precisa de alguém que nos veja sob a maquiagem diária?). Meu singelo carinho por suas palavras de incentivo. Abaixo, novamente, o lindo trabalho desse poeta, amigo de letras que pós-inspirou, complementou meus atrevimentos:


O MALABARISTA

Ao lançar meus sonhos Acima
A esperar agarrá-los e lançar de novo,
Vejo-os espatifar em concreto e rima
E quebrar-se como se quebrasse um ovo.

Vejo-os quicar no Asfalto
De cara como quem cai,
Os que dançavam lá no Alto.
Vejo o malabares que vai

E volta pesado em minhas mãos
E segura-los não posso mais,
Passando entre meus braços e os vãos
Da minha Alma fraca demais.

E nos faróis a quem iludia,
Sinto-me mais ludibriado ainda
Pelos meus fracassos de noite e dia.
Vejo então que o número se finda.

(Samuel Macário; In: As Lágrimas do Palhaço. Setembro de 2009)

domingo, 9 de setembro de 2012

Gravidade Na Saia Bamba – Circenses (2)

Gravidade Na Saia Bamba
(à Charles Chaplin)

Bêbado, beijo o chão - rabo de saia: 
Corda bamba no salão - pendi...
Deslizei-o ao talão – devassidão! 

F.
BULA:


Homenagem singela ao maior palhaço-ator-diretor-músico-pantomimo de todos os tempos, Charles Chaplin. Pelo menos eu assim o considero. Homem a frente do seu tempo, capaz de prever os horrores da segunda-guerra e as mazelas da crise de 29; ao mesmo tempo anacrônico, um artista completo ao estilo renascentista.  Fez cinema mudo quando a tecnologia sonora já era disponível - um homem fiel a sua arte. A primeira vez que Chaplin resolveu finalmente usar a tenologia do som no cinema foi no discurso final do seu filme "O Grande Ditador" - uma tacada de mestre. Um dos textos mais lindos da história do cinema...
Amado Chaplin, saudades...


Manobra arriscada - Circenses (1) [re-post]

Manobra arriscada [re-post]

A [má]labarista alçou corações:
Arremessou-os ao ar – hesitou!
Despedaçou-os - assim: exi[s]to

F.
BULA:

Graças ao carinho e apoio do agora amigo de letras, Samuel Macário, na divulgação desse meu blog irrelevante, resolvi fazer à partir desse poetrix uma série, intitulada "Circenses", da qual o terceiro e último poetrix da série será dedicado ao amigo. Como tenho uma dose SAUDÁVEL de TOC, resolvi re-postar para dar mais unidade à série. Fique ansiosamente no aguardo, Samuel!

sábado, 8 de setembro de 2012

Minotauro Caboclo

Minotauro Caboclo (A Perplexidade de Oxóssi)

Cabeça de Xogum, corpo d'Oxum
Iemanja, me reza essa quimera:
O que é essa fera? XogOxum!? Exu!

F.
BULA:


Quimera
"Quimera é uma figura mística caracterizada por uma aparência híbrida de dois ou mais animais e a capacidade de lançar fogo pelas narinas, sendo portanto, uma fera ou besta mitológica."

As bruxas estão soltas. As feras, quimeras, também. Soltando fogo pelas narinas - bestas...

Diz o mito que Xogum roubou Oxum de Oxóssi - mas há quem diga que Oxum roubou a  cabeça de Xogum, devorou-lhe o que tinha de valor e assim fugiu de Oxóssi. Por que motivo? Isso não há quem explique.
Para saber mais:
pilulapoetrix.blogspot.com/óxossi/

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O Enforcado

O Enforcado
(à Federico García Lorca)

Em tercetos – três d’ouro, três de prata 
Trançou as cordas - [a]moroso 
E fez de forca a sua guitarra

F.
BULA: 


Adivinanza De La Guitarra

"En la redonda
encrucijada,
seis doncellas
bailan.
Tres de carne
y tres de plata.
Los sueños de ayer las buscan
pero las tiene abrazadas
un Polifemo de oro.
¡La guitarra!"

Federico García Lorca


*Moroso
1 Demorado, lento, tardio, vagaroso. 2 Que demora a fazer. 3 Difícil de fazer; prolongado.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Estripa[dor]a

Estripa[dor]a

De zomba e escárnio, carneia-me...
Esquarteja aos ossos, charqueia-me...
E de afeto - não sobra um tenro naco 

F.
BULA:

"O historiador John Morris lançou um livro com uma tese polêmica: Jack, o estripador era, na verdade, uma mulher. Na obra Jack the Ripper: The Hand of a Woman (Jack, o Estripador: a Mão de uma Mulher), ele afirma que Lizzie Williams (foto acima) era a autora dos crimes cometidos na cidade inglesa de Whitechappel em 1888.
Lizzie matava e arrancava o útero das vítimas por não poder ter filhos. Sir John Williams, marido de Lizzie, era médico e também participou de alguns desses crimes. A alegação do autor é que os objetos de uma das vítimas foram deixados de "maneira feminina" na cena do crime."


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

CODEX – A Short Modern Love Story

CODEX – A Short Modern Love Story

:)    ...   ;)
;)    ...   ;*
;*    ...   <3

F.
BULA:
...totalmente experiemental...

...at this point in history this is universal language. If you don't get it, either you are in your 80's, you are not "nerdy" enough or you don't know love. For the first two there's still time to fix it, but, if your case is the last one - I'm so sorry for you. But I still <3 you anyways

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Na Cruz (Proza[c]-que-ando)

Na Cruz (Proza[c]-que-ando)

Cismando nela - ridículo tombo de bicicleta!
P'ra cruz era o que me faltava:
Do amor - as chagas 

F.
BULA:


PROZAC
Deveria constar na bula do PROZAC, na secção contra-indicações: "Possíveis vertigens, labirintites e ridículos tombos de bicicleta..."

Para entender melhor:

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

15 Femtossegudos De Fama

15 Femtossegundos De Fama
(aos rede-socialistas)

[Post]a e re[post]a a res[post]a
P’ra ver [post] ex[post]o ao ar
Mas se queres durar: [post]a o célebro a funcionar! 

F.
BULA:

Pulei um dia... Sacrilégio. Mas diz a bula que em caso de esquecimento vale tomar duas pílulas no mesmo dia... então aí vai uma pílula-piada de desculpas. E antes que me acusem de sexismo (pela foto) que fique claro que minha peotrixta predileta é uma mulher, Kathleen Lessa.


Fentossegundo (fs
"...é uma unidade de medida de tempo. Corresponde a 10-15 segundos, ou seja, um milionésimo de um bilionésimo de segundo. O fentossegundo está para um segundo como um segundo está para 32 milhões de anos."

...aperte (L) para ver o que acontece...
...se curtiu, dê um like, se não curtiu, compartilhe...
...e vale tudo p'ra fazer o post subir, né?

La Muerte Al Acecho [De Los Amantes]

La Muerte Al Acecho [De Los Amantes]

El reloj dio la hora final
Toda memoria: partió...
El Presente - sepultado aprisa, sin cumplidos

F.



BULA:
Partir:

Ausentar-se, retirar-se: Partiu-se de sua terra.
Sair com destino a: Partira para os Estados Unidos.
Divergir: Partem-se as opiniões [...]
Sair com ímpeto: A flecha partiu do arco.
Afligir, fazer doer: Partiram-lhe o coração.
Afligir-se, doer-se: Partiu-se-me o coração.
Pôr-se a caminho, retirar-se, sair, seguir viagem: Partimos [para Campo Belo]
Dividir em partes: Partiu-o em quatro pedaços.
Fazer(-se) em pedaços; quebrar(-se): Em muitos cacos a partiu.
Falecer, morrer: Viram que o moribundo se partia
...
Moderno Dicionário da Língua Portuguesa Michaelis
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=partir
...
*Partió - Partiu
*Al acecho - A espreita

*Sin cumplidos - Sem cerimonias 




domingo, 2 de setembro de 2012

Campo Belo [Medusa Paulistana]

Campo Belo [Medusa Paulistana]

Cinza concreto, que tens de belo?
Ah! Tens a mais bela flor - ó dó!
Na chegada: Medusa a petrificou...

F.
BULA:

"...Campo Belo, distrito [cinza-pedra] situado na região centro-sul [cinza-pedra] da cidade [Meduza] de São Paulo... 
...Tornou-se, nos últimos anos, numa área de grandes edifícios de classe mé[r]dia e mé[r]dia-alta..."
http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_Belo_(distrito_de_S%C3%A3o_Paulo)

...Aspirantes a emergentes...
...como Medusa...
...petrificando sentimentos...
...despetalando valores...
...por uma vida mais fácil...
[Should I take the same road?]

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Contagem Regressiva

Contagem regressiva

“3.. 2... 1... the clock’s ticking”
...Fading... fugida de fininho - vais
Ao Nunca Mais - [bastardo do] P'ra Sempre

F.

BULA:
I've got this feeling, there's something that I missed
(I could do most anything to you)
...
Something happened that I never understood
(I could do most anything to you)
You can't leave, you can't leave
... 
Every second dripping off my finger tips
(I could do most anything to you)
Wage your war, wage your war
... 
A clock is ticking [but it's hidden] far away

Snow Patrol

Manobra arriscada - Circenses (1)

Manobra arriscada

A [má]labarista alçou corações:
Arremessou-os ao ar – hesitou!
Despedaçou-os - assim: exi[s]to

F.

BULA:
OS MALABARISTAS

"Já viram os malabaristas?
Tão hábeis são, tão subtis,
fazem-nos crer, os artistas,
que as coisas complicadas
são brinquedos de petiz..."
...
Helena Guimarães

O MALABARISTA

Ao lançar meus sonhos Acima
A esperar agarrá-los e lançar de novo,
Vejo-os espatifar em concreto e rima
E quebrar-se como se quebrasse um ovo.

Vejo-os quicar no Asfalto
De cara como quem cai,
Os que dançavam lá no Alto.
Vejo o malabares que vai

E volta pesado em minhas mãos
E segura-los não posso mais,
Passando entre meus braços e os vãos
Da minha Alma fraca demais.

E nos faróis a quem iludia,
Sinto-me mais ludibriado ainda
Pelos meus fracassos de noite e dia.
Vejo então que o número se finda.

(Samuel Macário; In: As Lágrimas do Palhaço. Setembro de 2009)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Perdido En La Mancha - Ousadias (1)

Perdido En La Mancha - Sonetrix I
(à Minha Dulcinea)

[Es]caso y sin luz está mi pecho...
[Cu]ando estás lejos: loco! - Quijote
[Ro]mpo sin su presencia, Dulcinea

[Es]curas y frías alboradas...
[Ca]stigame saber qué no soy tu
[So]l en la hora triste y sombria

[A]margas y odiosas son las noches...
[Mo]riré sin tu delicada piel,
[R]osada y cálida, a calentarme

[A]mada, hasta cuando el vil tiempo
[Mar]tirizará nosotros? – Suerte:
[Go]lpea el amor qué irrumpe a los siglos 

F.

BULA:

Don Quijote De La Mancha:
"El amor es como Don Quijote: cuando recobra el juicio es para morir."
Jacinto Benavente.

"Na história do romance moderno, o papel de Dom Quixote é reconhecido como seminal."
 Não carece mais explicação do que isso!

Ousadias:
Dentro do contexto do blog Pílula Poetrix, Ousadias são posts que não necessariamente são um Poetrix na sua forma pura, mas que tem sua origem ou inspiração na forma original do Poetrix.

Ousadia (1) - Sonetrix "Perdido En La Mancha"
Sonetrix - Inspirados na forma do Soneto, o Sonetrix nada mais é do que a superposição de 4 Poetrixes (em tercetos), aproximando-se da forma clássica do Soneto (dois quartetos e dois tercetos). Desconheço que a forma exista. Caso não exista por favor deixem uma nota de aviso para que eu me aproprie da criação [e sintam-se livres para explorá-la]. Caso exista, por favor, me perdoem a Ousadia

A minha abordagem do Sonetrix é inspirada nos sonetos clássicos - um pouco concretista, de tom camoniano e de geometria davinciana. A arrogância é por minha conta mesmo. Há também um pouco do dodecafonismo musical de Schoenberg e Webern [este último fascinado por palíndromos, assim como eu]. Seguindo os passos dos compositores citados, o material gerador do Sonetrix são 4 palavras de 3 sílabas cada, que irão gerar a sílaba inicial de cada verso, postas verticalmente, indicadas pelos parênteses [ ], totalizando 12 sílabas [dodecafonismo]. O poema que se origina é consequência do material previamente gerado por essas 4 palavras. Fica a cargo da engenhosidade do compositor-poeta completar o entorno do Sonetrix .Cada terceto deve ser capaz de fazer sentido isoladamente, como num Poetrix, mas a soma dos 4 tercetos deve dar o sentido integral ao Sonetrix. 1+1+1+1=5 - o todo deverá ser maior que a soma das partes [Teoria da Gestalt]. Neste Sonetrix em particular, verticalmente, cada terceto possui uma palavra que será reproduzida no início terceto seguinte. Essa mesma palavra reproduzida no terceto seguinte é a primeira palavra do terceto anterior. Esse esquema segue de 2 em 2 tercetos, mas outros esquemas são possíveis [uma liberdade à la manière de Alban Berg é sempre um caso bem-vindo - quando necessários alguns ajustes fazem bem ao poema]. Esquema intrincado... mas as probabilidades matemáticas e geométricas ainda inexploradas sugerem a existência de outras brincadeiras - ocultas - [im]possíveis. Abaixo segue a estrutura que deu origem ao poema:

[Es]caso 
[Cu]    
[Ro]        

[Es]curas 
[Ca]
[So]

[A]margas 
[Mo]
[R]

[A]mada
[Mar]
[Go]

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Diagnóstico

Diagnóstico

[Doutor]: quiça, senhor
O mal de que padeces fosse [só] 
Poesia; mas diz o exame: autobiografia

F.


BULA:
Dor de Um coração a padecer

"Dói dentro de mim
Uma ferida[...]
Um soluço[...]
Uma lágrima que não quer enxugar
Minha fé por vezes falha
[...]
...Dói ver um sonho morrer!
[...]"

Paula Belmino

"Diagnóstico médico: é [des]conhecimento ou [falta de] juízo ao momento, acerca das características de uma doença... comumente suscita um prognóstico médico, com base nas [im]possibilidades terapêuticas, segundo o estado da arte... e do eventual termo da doença..."

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Adiós, Dieguito Amigo [Hommage]

Adiós, Dieguito Amigo

Dieguito amigo...

Perro niño y loco – insano
Como a la Vida, a él también le encantaba morder talones
De todas las razas, tamaños, colores y sabores
A mi tambíen los mordió, y asimismo lo extrañaré

Dieguito amigo...

Que los talones en tu cielo particular
Sean suaves y blandos como las nubes
Que sean dulces y suculentos - de dar gusto
Como el amor que siempre tendremos por vos 

Dieguito amigo...

F.
BULA: 
Não é um poetrix... 
obviamente. É uma homenagem a um amigo querido que hoje se vai 
- e sua loucura deixará saudades. 

Diego era um cão de rua, maltratado como muitos de nós. Teve seus calcanhares mordidos pela vida [essa cadela sarnenta] incontáveis vezes, e talvez por isso se sentia no direito de morder alguns calcanhares alheios vez ou outra - sua vingança pessoal. Fora acolhido, salvo. Sujo, encharcado e doente, tirado das ruas, ganhou casa, comida, carinho e amor. Recebeu o maior amor que eu já conheci - o mesmo que recebi inúmeras vezes.

Minha D., "O amor é quando a gente mora um no outro" - em todas as horas estarei para você.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Fado

Fado

À guitarra – [enf]ermo
[En]fadado
A acompanhar o fa[r]do

F.


BULA:
Fado



"...Aquilo que se considera destinado irrevogavelmente; destino...


...Dança de roda e canção, de música terna e dolente...

...Mau agouro...

...A Providência, o destino, a sorte, a fatalidade...

...A hora extrema; a morte..."